A Copa do Mundo de 2026 será alimentada por cadeias agropecuárias que movimentaram cerca de US$ 1,8 trilhão (R$ 9,89 trilhões) em 2025, abrangendo carne bovina, suína, milho, frutas, bebidas e laticínios. Esse volume evidencia a importância estratégica do evento como vitrine da produção agrícola da América do Norte.
Nos três países-sede, o agro representa parcelas significativas do PIB: Estados Unidos gerou US$ 1,54 trilhão (5,5% do PIB), Canadá movimentou US$ 107,4 bilhões (≈7% do PIB) e México registrou US$ 119,1 bilhões (≈3,8% do PIB). O setor de laticínios canadense, concentrado em Ontário e Quebec, conta com mais de 9 mil fazendas e abastece hotéis, restaurantes e camarotes do torneio.
Para os produtores e gestores de laticínios, a Copa cria demanda imediata por queijos, leites e derivados em ambientes de alta visibilidade, além de oportunidades de branding em embalagens colecionáveis. O cumprimento das diretrizes de rastreabilidade e origem da FIFA será crucial para garantir a participação nas compras sustentáveis do evento.
📰 Fonte: MilkPoint.
📰 Fonte: MilkPoint — Giro de Notícias